sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O Bom e o Mau Atleta



Lição 2 - 12 a 13 anos

O Bom e o Mau Atleta

Texto Bíblico: 2 Timóteo 2.19-22

O corpo do crente é o Templo do Espírito Santo, que nele habita, que é o dom de Deus para nós, porque recebemos o seu Espírito.

Pelo fato de nossos corpos serem seu templo e de Jesus ter pago o preço total de nossa redenção ao derramar seu sangue precioso na cruz do calvário, pertencemos a Deus (1 Pe 1.18,19: “ Resgatados [...] com precioso sangue de Cristo”; Ap 5.9). Só pode haver uma conclusão: Temos que honrar a Deus com nosso corpo.

Professor converse com os alunos de que todas as nossas ações devem dar louvores a Deus. Devemos ter cuidado para não deixar que filmes, livros, revistas ou internet estimulem pensamentos ou ações imorais. “Nem sequer o prazer legítimo deve se tornar nossa razão para viver”. Devemos estar especialmente preocupados em mostrar que pertencemos ao Senhor quando nos entregamos ao seu Espírito Santo, não com manifestações carnais, mas manifestando os dons e o fruto do Espírito (Texto adaptado do livro, I e II Coríntios: Os Problemas da Igreja e Suas Soluções, CPAD).


http://www.cpad.com.br/escoladominical/subsidios.php?s=73

Fonte Site da CPAD

domingo, 17 de março de 2013

OS MILAGRES DE ELISEU




OS MILAGRES DE ELISEU – Lição 11 do 1º trimestre de 2013 (Jovens e Adultos)

Objetivos:

1-Elencar os milagres de Eliseu ( Elencar significa enumerar ou listar)

2-Entender o que motivou os milagres de Eliseu

3-Compreender os propósitos dos milagres de Eliseu

Ponto 1 – Os milagres de provisão

1.1 A multiplicação dos pães

2.1 A abundância de víveres (Víveres significa Gênero alimentício; mantimento)

Ponto 2 – Os milagres de restituição

1.2 A ressurreição do filho da sunamita

2.2 O machado que flutuou. Podemos aprender com este milagre que o Senhor está pronto a restituir ou restaurar quem perdeu alguma coisa, desde que se tome consciência disso.

Ponto 3 – Os milagres de restauração 


1.3 A cura de Naamã. Aprendemos aqui que Deus não opera milagres para satisfazer nossa curiosidade. Ele também resiste aos soberbos.

2.3 As águas de Jericó

Ponto 4 – Os milagres de julgamento

1.4 Maldição dos rapazinhos

2.4 A doença de Geazi. Uma das razões pela qual Geazi experimentou o juízo divino foi por ter trocado a verdade pela mentira.
Lições Bíblicas 
CPAD
Publicado por Alcides Almeida

sábado, 2 de março de 2013

Lição 9 de Adolescentes



O RELACIONAMENTO ENTRE O CRENTE E O MUNDO
Lição 9 – RADICALIZANDO

Texto Bíblico: Eclesiastes 11.9,10; Provérbios 10.23, 18.2

Informações complementares para a lição

Prezado professor, na lição desta semana falaremos acerca de algumas atividades tidas como “radicais” praticadas pelos adolescentes. Elas exigem maior esforço e são dotadas de muita alegria e emoção, pois apresentam algum desafio e obstáculos a serem superados. Praticar exercícios físicos e ter uma alimentação balanceada é também importante para a saúde.

É preciso cuidar bem do nosso corpo, pois é com ele que glorificamos a Deus através das nossas atitudes e ações. Afinal, o corpo é Templo do Espírito Santo (1 Co 6.19,20) e precisa ser morada permanente do Todo-Poderoso. Por isso, devemos nos divertir em atividades agradáveis e que promovam a nossa edificação. A Bíblia afirma que devemos glorificar a Deus com o nosso corpo, pois este pertence ao Criador (1 Co 6.20).

O Comentário Bíblico Beacon reforça algumas ideias importantes acerca do corpo como santuário:

Existem várias maneiras de uma pessoa ver o seu próprio corpo. Ela pode mimá-lo e idolatrá-lo. Pode vê-lo com desagrado e vergonha. Pode usá-lo como uma máquina para produzir trabalho. Pode usá-lo como uma arma para ganhar poder. Pode dedicá-lo prazeres carnais e usá-lo como um instrumento de vício. Ou, como Paulo, pode considerá-lo um templo (naos, santuário).

Jesus se referiu a seu corpo como um templo quando disse: ‘Derribai este templo, e em três dias o levantarei.’ João apresentou a interpretação desta declaração quando disse que Jesus falava ‘do templo do seu corpo’ (Jo 2.19-21). Paulo também tinha se referido à congregação local como um templo (1 Co 3.16). O templo era considerado pelos judeus como a residência especial de Deus. Assim, o corpo como um templo torna-se um lugar especial de residência para o Espírito Santo.

Quando o Espírito Santo reside no templo, este pertence a Deus. Assim, Paulo diz: Não sois de vós mesmos. O Espírito Santo não pode habitar em um santuário impuro. Ele é um dom do Deus Santo na vida do crente.

Boa aula!

CPAD








ELIAS NO MONTE DA TRANSFIGURAÇÃO


LIÇÃO 9 do 1ª trimestre de 2013

Elias no Monte da Transfiguração
Interpretando o caso da Transfiguração de Jesus
Transfigurar tem o sentido de mudança de aparência, ou forma, mas não de mudança de essência.
A Transfiguração trás para nós a prova de que Jesus sempre fora o verbo divino encarnado.
Para a Igreja de Cristo Moisés prefigura a Lei enquanto Elias, os Profetas.
João Batista era o Elias que havia de vir, enquanto que Jesus era o Messias esperado.
Não existe Exaltação se não houver humilhação, Jesus deixou claro isso.
Jesus é o centro de tudo
Jesus é o protagonista enquanto que Elias é um coadjuvante.

Bibliografia
Lições Bíblicas 
CPAD


 Publicado por Alcides Almeida

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A VINHA DE NABOTE



Lição 7 – 17 de fevereiro de 2013

A VINHA DE NABOTE

Vinha: uma plantação de pés de uva

Nabote: Um homem Israelita de Jezreel

Objetivos:

1- Identificar o objeto da cobiça de Acabe

R: Acabe queria a vinha de Nabote de qualquer jeito.

Por que Nabote se recusou vender a sua vinha?

R: Porque a terra era dada como uma concessão e como tal não poderia ser vendida. A lei mosaica ainda proibia um israelita vender a herança de seus pais.

2- Citar as causas da cobiça

R: Acabe possuía uma casa de verão ou de campo e queria construir ao seu lado uma horta.

3- Conscientizar-se dos frutos e consequências da cobiça

R: A cobiça gera maus frutos e trás consequências ruins. No caso da cobiça de Acabe os frutos foram: falso testemunho, apropriação indevida e assassinato. A consequência foi o julgamento divino. Diante desta situação existem duas atitudes a ser tomada ou o homem se arrepende ou morre. No caso do Rei Acabe ele se arrependeu, rasgou suas vestes, e cobriu sua carne de pano de saco, e jejuou; e dormia em cima de sacos e andava mansamente.

Lendo a história de Acabe podemos constatar que o pecado não compensa.

Concessão: Permissão; privilégio concedido por outrem a uma pessoa para que explore um recurso natural.

PUBLICADO POR: Alcides Almeida

sábado, 16 de fevereiro de 2013

A COBIÇA


   

     A palavra chave da sétima lição do primeiro trimestre de 2013 é Cobiça.

     Vejamos alguns significados desta palavra.

     Cobiça: Desejo ardente de possuir ( Êx 20.17; Ef 5.3; 1Tm 6.10; Tg 1.14) – Dicionário da Bíblia de Almeida.

     Desejo veemente de possuir bens materiais; avidez, cupidez. – Lição da EBD.

     Desejo desmedido pelo poder, dinheiro, bens materiais, glórias etc; ambição: a cobiça pode acabar com algumas amizades. Obstinação intensa para conseguir algo. – Dicionário online de Português.

     A cobiça pode transformar indivíduos comuns em criminosos, um abismo chama outro abismo.

     A lição fala que o Rei Acabe desejou a propriedade de Nabote, pois queria, ali, construir uma horta.     Nabote era um Israelita que tinha por herança a posse de uma Vinha.

     A Cobiça gera vários males entre eles o falso testemunho, assassinato e apropriação indevida dos bens do outro.

     Na cobiça que dominou Acabe, vemos o julgamento divino, com isso o Rei se arrepende mas logo depois morre.

     Deus contempla tudo, as vezes ficamos indignado com as injustiças, que assim como o Rei Acabe, muitos políticos cometem, porém nosso Deus é justo e contempla tudo e, no tempo certo julgará a causa do inocente, ou do necessitado.(Lucas 18.1-8).
     
     Aconselhamos a você que leia o capítulo 21 de 1º Reis, para entender melhor o assunto estudado.

Postado por: Alcides Almeida

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Desarme-se! Ou Melhor, Arme-se!



Lição 6 - Adolescentes – Desarme-se! Ou Melhor, Arme-se!

Texto Bíblico: 2 Timóteo 3.1-5 e 2 Coríntios 10.4-6

     Antes de falar da armadura que nos protege das artimanhas do Diabo, Paulo enfatiza, primeiro, o fato de que “não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais” (Ef 6.12). O combate espiritual é travado contra seres invisíveis, que personificam as extremidades do mal. E as suas armas são espirituais, não físicas. Eles não podem morder fisicamente, violentar-nos sexualmente, ou fazer-nos levitar. Mas podem tentar-nos a trapacear, roubar e mentir.

     Além do mais, é crucial notar que, embora o Diabo não possa interagir diretamente conosco, de modo físico, pode ter acesso a nossa mente. Ele não pode ler a nossa mente, mas pode influenciar os nossos pensamentos.

     Se abrirmos a porta para Satanás, por falhar em vestir a completa armadura de Deus, ele fará algo como sentar-se em nosso ombro e cochichar em nosso ouvido. O cochicho não pode ser discernido com os ouvidos físicos; pode, no entanto, penetrar “o ouvido” da mente.

     Não podemos explicar como esta comunicação acontece, mas que tais comunicações de mente para mente ocorrem é indiscutível. Não fosse assim, o Diabo não poderia ter tentado Judas a trair seu Mestre, seduzido Ananias e Safira para enganar Pedro, ou incitado Davi a fazer o censo. Nem o apóstolo Paulo teria de nos instruir a vestir “toda a armadura de Deus, para que [possamos] resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes” (Ef 6.13).

     Finalmente, Paulo deseja que entendamos que, embora os anjos caídos não sejam serem físicos, são tão reais quanto a carne sobre os nossos ossos. Eles são seres malévolos, e a imensidão de seu intelecto excede a de qualquer pessoa que já viveu.

     Professor, explique aos alunos que Satanás sabe muito bem que, sem a armadura espiritual descrita por Paulo em Efésios 6, somos simples peões em seu jogo.



Bibliografia:



HANEGRAAFF,Hank. A Armadura Espiritual. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.